domingo, 14 de fevereiro de 2010

[Buenos Aires - 2010] Primeiro dia

Depois do vôo pinga-pinga da TAM com escalas em Ciudad Del Leste e Assunción, cheguei pra lá de 7 horas da noite no aeroporto de Buenos Aires. A construção é moderna, grande e bonita, diferente do que eu me lembrava da vez que estive na cidade rapidamente em 1994. Pesquisei previamente que há vários tipos de transporte do aeroporto para o centro e fique entre o ônibus Manuel Tienda e o famigerado taxi. Como estávamos em duas, o mais em conta foi o taxi. O preço é tabelado em 118 pesos, cerca de 59 reais. Logo de cara me deparei com um costume do motorista argentino: correr feito louco. Apavorante. O percurso dura cerca de 25 minutos (em um sábado) em um boa auto-pista com dois pedágios. Achei um absurdo. Chegando na rua do hostel fiquei meio preocupada. A rua era deserta, estreita, com construções velhas e mal cuidadas, tipo centro do Rio. Essa associação logo leva a outra que, claro, tem a ver com a segurança do local. Mas aí fica a diferença. Apesar do aspecto um tanto suspeito, o local se mostrou bem seguro. O hostel ficava numa portinha também um tanto suspeita, mas ao entrar me deparei com um lugar descolado, com um bar, mesa de sinuca, um bando de estrangeiro bebendo cerveja e música alta rolando. Reserva ok, check in ok, subi para o quarto para ver o que me esperava. Tudo tranquilo. Quarto simples, mas limpo e bem cuidado. Tomei aquele banho amigo, fui ao Porto Madeiro ver qualé do local. Tinham me dito que ficou muito bacana após a revitalização que fizeram no local e, de fato, ficou muito charmoso e bonito. Muitos restaurantes um do lado do outro, clima agradável, gente bonita (na grande maioria brasileiros). Já era pra lá de 10 da noite e a fome apertou. Tantamos entrar nos restautantes mais badalados como o Cabana Las Lilas, mas a espera estava em mais de 1 hora. Lotadaço! Encontrei um outro restaurante chamado Sorrento (ou algo do tipo). Apesar da comida mais ou menos o atendimento foi péssimo ao ponto de demorarem mais de 40 minutos para fechar a droga da conta. Alias, fechar a conta e pagar está se mostrando um verdadeiro desafio por aqui. Depois voltei para o Hostel para dormir porque ninguém é de ferro. Masssss... ao chegar lá me deparei com uma festa no Hostel em comemoração ao dia de São Valentim. Musicão eletrônica, gente nova dos seus 20 e poucos anos, bonita e estranha e muita cerveja. Fiquei um pouco, coisa de duas cerveja, e deu. A tia foi dormir.

Um comentário:

  1. Putz, esse hostel tem cara de ser bem bacana, apesar da "festa estranha, com gente esquisita, eu não tô legal... não aguento mais birita!"
    Quero ver fotos!!!!

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