segunda-feira, 12 de outubro de 2009

[NYC- 2009] O dia inteiro viajando...

Olha, o mundo é imenso! Saí às 3:30 da manhã de casa, peguei um avião que anda a 900 km por hora e mesmo assim, só consegui chegar no hotel às 20:00 da noite, horário de Nova York. Além de não ter dormido nada nas poucas horas que tinha antes de viajar, não preguei o olho no avião. Não porque o vôo foi ruim. Longe disso. Não consegui dormir porque o tal do centro de entretenimento do avião tinha um monte de filmes novos que eu não vi em função de estar morando no fim do mundo. Assisti 4 filmes na viagem. Nó! Viajar pela TAM é outra coisa. No ano passado fui para a Europa pela KLM. Uma maravilha. Primeiro mundo, mas você acaba se sentindo uma estrangeira assim que sobe no avião, mesmo estando em solo tupiniquim. Na TAM não. A comida é normal, os comissários são normais, tudo normal como se estivesse na ponte Rio-São Paulo. Me senti em casa. Chegando em Nova York, a alfândega passou rápido com o rapaz nem olhando para minha cara, a bagagem chegou sem problemas e assim fui procurar como chegar em Manhattan. Peguei o AirTrain até a estação Howard Beach. Pensei que ia ser uma baita estação tipo Sé, mas que nada. Uma estaçãozinha pequena no meio do nada. Depois peguei a linha A para Manhattan. Perguntei que linha deveria pegar para uma menina que estava do meu lado e ela foi muito solícita, coisa rara por aqui. No meio da conversa ela soltou um "você vai ficar um bom tempo no metro, vai passar por um monte de estações no Brooklin e depois vai parceber quando o trem entrar em Manhattan". Dito e feito. Meu Deus, que cidade grande! Acho que fiquei mais de uma hora no tal do trem. Olha, passou por uns lugares que não perde em nada para Santa Cruz e Madureira. E um povo feio estilo Muriqui entrava e saía do vagão velho, caindo aos pedaços. Depois de muuuuito tempo passando por lugares a la Brazil, a coisa foi melhorando, os passageiros ficaram bonitos, coisa fina. Aliás, fica aqui um adendo importante, tem muito homem bonito aqui. Good Lord! Pra terminar, desci na estação errada, andei, andei, andei, até que desisti e pegue um taxi. Lição número 1: A distância entre a 60th street e a 79th street, a pé, com mala, é infinita. Chegando no hotel, tudo estava certinho, sendo que os empregados não são lá muito simpáticos, mas isso é o de menos. O hotel é bem simples, meio estranho, mas pelo preço e localização, está muito bom. É praticamente na frente do Natural History Museum. Meu inglês está muito bom. Consigo me comunicar normalmente os americanos, mas vou contar uma coisa. Americando é o que menos tem por aqui. O taxista, a mulher que auxilia no metro, o recepcionista do hotel, a guarçonete. Todos estrangeiros falando um inglês horrendo. Acho que meu inglês vai é piorar com essa estada por aqui. Rs. A Cindy ligou de Ohio e disse que estão me esperando por lá no sábado! Maravilha. São 22:00hs e preciso dormir. Amanhã será um longo dia! Bjo!

2 comentários:

  1. É isso aí! O mundo em uma ilha... tem gente de todo o tipo. Por isso que NY é tão legal (porque não tem americanos! rs). Aproveita bastante e mantenha-nos informados! Beijos, Grazi

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  2. Mari, adorei seus comentários, seu bom humor. Ah, sobre a gentileza novaiorquina, achei-os bastante solícitos para informar turistas. Por duas vezes, com mapa na mão, ouvi tipo " can I help you?". Pois é, mas foi em 1988...
    Aproveite e tenha cuidado com sua segurança, OK?
    Beth

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